22 de Setembro, 2021

DMAE de Poços de Caldas celebra 56 anos

A autarquia se destaca nacionalmente pela gestão pública de qualidade. 

Poços de Caldas: uma cidade que em sua história na área do saneamento contou com um dos maiores sanitaristas do Brasil, o engenheiro Francisco Saturnino Rodrigues de Brito e que tem hoje 100% da água tratada e o tratamento de 100% do esgoto coletado.

Uma cidade que possui cerca de 1.000 quilômetros de rede de água e 1.000 quilômetros de redes de esgoto, cuja qualidade da água oferecida nas torneiras dos imóveis alcança níveis de excelência e que a topografia acidentada não impede que o abastecimento chegue a todos os bairros.

Além disso, no atual momento de estiagem prolongada, enquanto muitos municípios do país correm sérios riscos de racionamento, a mesma cidade tem o seu abastecimento controlado devido a medidas preventivas tomadas desde o ano passado.

Estamos nos referindo a Poços de Caldas e ao Departamento Municipal de Água e Esgoto (DMAE), autarquia que nesse dia 15 de setembro de 2021 completa 56 anos de vida, sendo referência para o setor de saneamento básico no país.

DMAE hoje

O DMAE conta hoje com cerca de 400 funcionários entre servidores e estagiários; três Estações de Tratamento de Água-(ETA): ETA 1 (São Benedito), ETA 3 (São José) e a ETA 5 (Rodovia do Contorno); três Estações de Tratamento de Esgoto (ETE): ETE 1 (Córrego D´Antas), ETE 2 (Rodovia do Contorno), ETE 3 (Bortolan); 31 Elevatórias de Água Tratada e dois Filtros. Além disto, a autarquia é responsável pelo monitoramento e análise da qualidade da água de 22 fontanários, além da empresa Águas Minerais de Poços de Caldas, pertencente ao DMAE, produzir mensalmente cerca de 10.000 galões de 20 litros, 8.000 de 10 litros, 1.000 caixas de copos de 20 Ml, 66.000 garrafas de 510 Ml e 9.000 garrafas de 1,5 L.

Conquistas

Entre as principais conquistas da atual administração do DMAE está à reativação do Comitê de Combate às Perdas de Água e o encaminhamento de projeto ao Legislativo Municipal, em tramitação, para tornar lei o combate às perdas, evitando a sua interrupção por ocorrência de mudanças de gestão administrativa da autarquia. A perda de água em Poços de Caldas já foi de 44%, hoje está em 34%, sendo que meta é alcançar até 2022, o índice de 28%.

Outra conquista recente, que contou com a aprovação do Legislativo Municipal e foi transformada em lei (9.485), foi a filiação do DMAE a Agencia Reguladora Intermunicipal de Saneamento Básico de Minas Gerais – ARISB-MG.

História

A primeira fonte de abastecimento de Poços de Caldas foram os mananciais que brotam da Serra de São Domingos e em 1908, foi instituída a Companhia de Serviços Termais, autarquia com finalidade de administrar os serviços de saneamento básico do município. Os primeiros reservatórios foram edificados e a primeira malha de rede de água, construída e canalizada.

Em 1927 foi criada a Superintendência dos Serviços Termais de Poços de Caldas, que incluiu no projeto a ampliação dos serviços termais e de saneamento básico, realizado pelo engenheiro Francisco Saturnino de Brito. Entre as primeiras obras executadas incluem-se adutoras, filtros, o primeiro reservatório (Rua Pará no centro de Poços) e a instalação dos primeiros 800 hidrômetros na cidade.

Em 1943, foi construída a primeira Estação de Tratamento de Água (São Benedito) com água captada da represa Saturnino de Brito sendo que, posteriormente, utilizando também os mananciais Marçal Santos e Cachoeirinha/Ribeirão da Serra. Em 15 de setembro de 1965, a Repartição de Água e Esgoto foi transformada no Departamento Municipal de Água e Esgoto – DMAE.

Texto/Foto: DMAE Poços de Caldas

Última modificação em Quarta, 22 Setembro 2021 10:45
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